.
A vida é frágil. E só o amor é capaz de protegê-la.
.
Sunday, January 31, 2010
Sunday, January 10, 2010
Para Bruna
Existe uma mocinha emocionando meus dias. Mora longe, talvez nem saiba que existo.
Demonstra toda a força de uma mulher que ama. Torna-se grande diante dos desafios. Deixa escapar sua fragilidade quando se vê acuada. Tem todas as características de uma guerreira. Uma jovem guerreira.
Vejo-a e lembro um pouco de mim. Ela é um pouco mais jovem e mais forte do que eu era. Mas talvez tenhamos saído da mesma fornalha: a do amor.
Estou torcendo para que ela tenha seu sonho realizado e que seu amor fique mais um pouco.
Mas se ele precisar ir, que ela consiga construir seu caminho inspirada nesse amor tão bonito. E descubra que a morte não existe e o reencontro não tardará.
Se cuida, Bruna.
Thursday, January 07, 2010
Meu mundo só meu
Eu sempre digo aos amigos que nunca pertenci a este mundo. E geralmente eles não compreendem isto. Definitivamente eu falo uma língua intergaláctica inteligível aos terráqueos. Seria isto bom ou ruim?
Wednesday, January 06, 2010
Quem sabe?
Às vezes acho que a renovação está em outro caminho. Aquele que um dia percorri e deixei para trás. Talvez se o assumisse de forma mais completa, sem medos do envolvimento, poderia reencontrar a porta aberta deixada no passando e que me causa tanto frio. Ele se foi por um motivo conhecido [alguém vai estranhar, mas conheço o motivo] e deixei tudo para trás por medo. Olho outros jovens que, cheios de vida, tentam manter-se vivos e o vejo renovando-se ali. Quero muito o fim do sofrimento humano, especialmente o causado pela doença mais desumanizadora que conheço: câncer. Quero que cada um desses jovens inspire e expire muita vida, assim como o Anderson o fez. Porque amorzildo perdura em cada um deles e vive eternamente em mim. Pensando seriamente em voltar ao voluntariado.
Monday, December 14, 2009
HUNF!
.
Aprendendo como nunca a importância de cada movimento de inspiração.
Inspiro involuntariamente.
Inspiro voluntariamente.
Inspiro por querer falar.
Inspiro por querer calar.
A falta preenche como o ar preenche meu peito.
Inspiro vida.
Expiro amor.
E a renovação surge a cada respiração.
.
Aprendendo como nunca a importância de cada movimento de inspiração.
Inspiro involuntariamente.
Inspiro voluntariamente.
Inspiro por querer falar.
Inspiro por querer calar.
A falta preenche como o ar preenche meu peito.
Inspiro vida.
Expiro amor.
E a renovação surge a cada respiração.
.
Saturday, December 12, 2009
Um trem chamado vida
.
Muitas vezes, diante de acontecimentos da vida, sentimos a sensação de embriaguez e torpor. O corpo parece não reponder aos comandos da mente. A razão perde a razão e um grande vazio se instala. A vida prega peças em todos nós. Algumas boas, outras nem tanto. As dificuldades estão aí para todos: elas são democráticas. O problema é quando a juventude nos transforma em trens cheios de sonhos coloridos e ilusórios correndo em alta velocidade. O que falta nessa juventude pulsante é a sabedoria trazida pelo tempo e pelas experiências: nem tudo é como sonhamos que deveria ser. Um dia meu trem descarrilhou e tombou e meus sonhos se perderam na imensidão do horizonte, levando consigo minha capacidade de sonhar. Alguns leitores deverão puxar minhas orelhas acreditando que entreguei os pontos. Não, amigos. Não se trata de entregar pontos e viver de morte. Se trata de assumir que os sonhos se esvaziaram e esse vazio também pulsa vida. Estamos neste planeta para aprender a pulsar vida mesmo vazios dela. Eu estou exatamente assim... pulsando uma vida vazia de sentido, mas louca para encontrar novamente sentido de vida. Hoje uma pessoa pediu para eu procurar a minha alegria e sair da introspecção. Essa introspecção que me leva a um mundo obscuro de mim mesma. Ele tem razão. Estou agora em tratamento de todas as formas. Espirito, mente e corpo loucos para preencher meus vagões de sonhos no meu trenzinho chamado vida.
.
Tuesday, December 01, 2009
Pelas nossas linhas tortas...
.
O tempo passa correndo e nas vírgulas da vida vamos percebendo coisas. São 3 anos e meio de letras maiúsculas e minusculas, criando frases e orações. Nas orações, por muitas vezes, incluo minhas vírgulas, que às vezes de tão tristes lembram gotas salgadas do oceano vermelho. Meus suspiros são coisinhas que separam coisinhas. E coisinhas juntas formam meu coração costurado de desejos, dores, amores. As linhas da costura descrevem sonhos despertos e adormecidos; mortos e vivos; plenos e vazios. O sentido às vezes se perde, mas o amor ainda está lá. Em sentidos sem orações e orações sem sentido, andei percebendo que as costuras cicatrizam, formam desenhos, formas e volumes. Acho que estou criando uma nova mulher. No tecido da vida, em meio a frases e orações, sou alguém que era com a pitada de alguém que sou e sou com a pitada de alguém que era. Você foi e ficou. Agora somos, irremediavelmente, até o fim dos tempos, bordados no tecido da vida eterna com as mãos abençoadas de Deus.
.
O tempo passa correndo e nas vírgulas da vida vamos percebendo coisas. São 3 anos e meio de letras maiúsculas e minusculas, criando frases e orações. Nas orações, por muitas vezes, incluo minhas vírgulas, que às vezes de tão tristes lembram gotas salgadas do oceano vermelho. Meus suspiros são coisinhas que separam coisinhas. E coisinhas juntas formam meu coração costurado de desejos, dores, amores. As linhas da costura descrevem sonhos despertos e adormecidos; mortos e vivos; plenos e vazios. O sentido às vezes se perde, mas o amor ainda está lá. Em sentidos sem orações e orações sem sentido, andei percebendo que as costuras cicatrizam, formam desenhos, formas e volumes. Acho que estou criando uma nova mulher. No tecido da vida, em meio a frases e orações, sou alguém que era com a pitada de alguém que sou e sou com a pitada de alguém que era. Você foi e ficou. Agora somos, irremediavelmente, até o fim dos tempos, bordados no tecido da vida eterna com as mãos abençoadas de Deus.
.
Saturday, November 28, 2009
Nalgum lugar
.
Hoje acordei com a tênue lembrança de que estive em seus braços.
Hoje acordei com a tênue lembrança de que estive em seus braços.
Não. Diferente do que as pessoas costumam relatar em sonhos com entes queridos que desencarnam e voltam através de sonhos para dizerem o quanto estão bem, sonhei com o Anderson e senti uma dor insuportável ao voltar... Uma culpa por precisar me afastar...
Senti como se precisasse ser arrancada de seu lado porque assim precisava ser.
Ambos choraram, ambos sofreram.. Mas acho que tinhamos certeza da necessidade do afastamento.
Fico me perguntando se foi uma lembrança de passado remoto, se foi o efeito inconsciente do filme Lua Nova ao qual assisti ontem ou mesmo de um reencontro depois de meses sem notícias suas.
Seja como for, fica a certeza de um amor e uma dor eternas.
.
Sunday, November 01, 2009
Monday, October 19, 2009
Cores
Thursday, October 15, 2009
Sim, eu consigo.

A vida é tão cheia de curvas. Às vezes até sufoca por falta de horizonte. O que podemos esperar da próxima virada? Qual rumo escolher? Que paradas fazer? Quando seguir? Está na hora de respirar fundo, parar de me preocurar com as próximas curvas e prestar mais atenção na paisagem. Eu consigo. Sim, eu consigo!
Wednesday, September 30, 2009
momentos gostosos
Hoje lembrei de vários pequenos-grandes momentos ao teu lado. Momento gostosos, literalmente! Lembra do Sucão, amor? Era onde você tomava açaí enquanto eu tomava um big sorvete cheio de cobertura! Lembrei também das lanchonetes em JF e do seu suco de milho. Vai entender como alguém consegue tomar suco de milho! Lembra da primeira sorveteria em que voce me levou, querido? Não precisa ficar vermelho! Era aquela em que os sabores não compensavam o preço! Você ficou altamente envergonhado depois ao saber que era a sorveteria mais cara da cidade! É... Você nunca entendeu de guloseimas, amor. Mas eu te amo mesmo assim!
Friday, September 25, 2009
Oi amor...
Estava lembrando daquele dia em que você fez cócegas em mim até eu ficar roxa de tanto rir. Naquele dia literalmente eu perdi o fôlego. Enquanto segurava minhas mãos com suas mãos fortes e protetoras, guardava os meus pés debaixo dos teus. Você era grande e eu cabia em você. Eu gritava uma sensação de plenitude feliz e assustadora. Quase desmaio, eu acho. Você parou meio que preocupado. Mas a minha face roxa tornou-se rosada e você sorriu. Eu respirei a sensação mais feliz de todas. Como eu sinto falta daquela falta de ar.
Eu quero perder o ar de novo...
Estava lembrando daquele dia em que você fez cócegas em mim até eu ficar roxa de tanto rir. Naquele dia literalmente eu perdi o fôlego. Enquanto segurava minhas mãos com suas mãos fortes e protetoras, guardava os meus pés debaixo dos teus. Você era grande e eu cabia em você. Eu gritava uma sensação de plenitude feliz e assustadora. Quase desmaio, eu acho. Você parou meio que preocupado. Mas a minha face roxa tornou-se rosada e você sorriu. Eu respirei a sensação mais feliz de todas. Como eu sinto falta daquela falta de ar.
Eu quero perder o ar de novo...
Monday, September 21, 2009
Prêmios da vida
Este blog teve a honra de ser homenageado com o troféu Blog Dourado.
Mas o prêmio mesmo foi ganhar essa moça como amiga! Obrigada Cris!
Mas o prêmio mesmo foi ganhar essa moça como amiga! Obrigada Cris!
Quando?

Há tempos não publico meus pensamentos neste santuário de gritos de minha alma. Não porque ela, minha alma, não grite mais. Mas talvez porque ela, minha alma, grite abafada. A realidade deste mundo abafa nossas sensações, idéias, pensamentos e atitudes. Os sensíveis aos bloqueios do mundo sofrem mais com as energias destrutivas de um planeta pagão, egocêntrico, pesado, hostil. Hostis não são as pessoas. São seus pensamentos. Quem aqui só costuma pensar palavras de paz, amor, hasrminia e esperança? Se alguém levantar a mão chamarei categoricamente de mão nervosa (para não chamar o dono da mão de mentiroso). Existe um hábito terreno ligado à negatividade. Esta negatividade acaba transformandando um mundo colorido e cinzas de horror e medo. Ando bloqueada pelo medo. Paralisada mesmo. Não consigo muito sair dessa bolha em que me botaram (e em que eu resolvi ficar porque achei comodo estar ali numa pseudoproteção). Uma dia desses eu tive tanta, mas tanta coragem que fiquei com medo de acessá-la novamente. As perdam fazem isso conosco mesmo. O problema é que perder não significa necessariamente perder. Ah, seu eu conseguisse finalmente compreender sutilmente a natureza da palavra morte... ah, se eu conseguisse. Ah se eu conseguisse explicar objetivamente as sutilizas de um sonho perdido que nunca há de ser pedido... Tudo estaria resolvido. E este medo que me amedronta apenas na sua iminencia de um dia senti-lo novamente estaria acabado. como é dificil conviver entre humanos. Como é dificil compreender humanos. Como é dificil reagir humanamente. Até quando senhor agirei como uma cinza de mim mesma querendo ressurgir como fênix, mas sem as forças da retransformação dos meus sonhos. Até quando continuarei a ser a mesma cinza que chutam, recolam, brincam e fazem castelo de areia? Aré quando conseguirei esconder de mim mesma essa vida/amor que pulsão, gritam e choram dentro mim? Até quando esse nó na garganta? Quando?
Thursday, December 25, 2008
Friday, October 31, 2008
Carta
O silêncio da noite é interropido com o barulho das teclas que suavemente bordam na tela deste computador algumas palavras materiais, ordenadas e secas. Ligo o som. Coloco o fone como se a melodia entrasse mais profundamente em meus ouvidos surdos. Sinto sua falta. Mas é uma falta diferente. Não dói. Não machuca. Mas falta. Hoje passei o dia sentanda tentando aprender algo de útil para um futuro talvez mais útil que o presente. Você, em algum lugar, deve ter recebido meus supiros carregados de doçuda, humidade, sutileza. Passei o dia em casa. O trabalho está em suspenso por uns dias. Às vezes, a gente precisa priorizar alguma coisa. Você me ensinou isso. Fecho os olhos e o pensamento se vai. Perde-se em meio ao grande vazio da completude. Mas preciso voltar para mais uma vez te escrever algumas linhas certamente inúteis. Eu gosto do que é inútil quando posso utilizar de forma útil. Não escrevo mais com a mesma facilidade que outrora escrevia. Sentimentos exalam apenas pelos pensamentos. Ah, se meus pensamentos pudessem se transcritos... Não! Talvez melhor seja que eles se percam na imensidão do cosmos. Ninguém consegue vê-los e a beleza permanece intacta. Queria te dizer tanta coisa! Mas acho que você já sabe. Sabe do meu esforço para recomeçar. Sabe dos meus tropeços a cada passo que dou. Mas sei que você sabe da maior das minhas decisões: continuar. Aprendi que a vida é isto mesmo. Entre quedas e acertos a gente vai trilhando. Colhemos flores nas estradas quando resolvemos observá-las com mais atenção. Graças a Deus, meu querido, isto tenho conseguido com uma determinação impressionante. Sou tua amiga, teu amor, teu orgulho. Hoje sei que posso ter orgulho de mim. A Sâmia falou logo abaixo que ela decidiu o mesmo que eu. A propósito, você conhece a Saminha, né? Ela é nossa amiga. Vejo tudo com as cores mais forte, mais vivas. Nada mais consegue me abalar por muito tempo. Ninguém consegue mais me atingir por muito tempo. Sou mais eu. E eu me perco em você às vezes. Tudo melhorou. Estou viva, então. O amor é mesmo isso. A tudo supera, a tudo sobrevive. Salva. Liberta. Sorri. As cores gritam. Pego o pincel e pinto a minha realidade com a esperança que há muito não via. Agora sei o que quero. Acredita? E nem é tanto você. Querer você, nós já sabíamos que era fato. Querer. Ter objetivos de vida. Saber onde quero estar. Com quem quero estar. Eu não decido mais por quem grita mais alto. Decido por mim. Minha alegria é saber que todos que me amam esperavam este meu momento. Libertador para todos, então. Faz tempo que não escrevo com tanta liberdade. Faz tempo que não faço um diário. Faz tempo que... faz tempo que achava que fazia tempo demais. Não quero mais verbos no passado. Quero verbos no presente. Quero para amanhã e faço hoje. Ainda dói vencer as barreiras de um habito de temer. Mas morro de medo e faço. Se for muito, prefiro fazer e depois temer. É mais seguro e não volto atrás. Arrisco, logo existo. Lembra? Lembra sim. Arriscamos. Existimos. Amamos. Vencemos. Agora eu sei. Agora sei que até posso mudar de opinião. Que uns ficam e outros vão. Que não tenho defeitos nem qualidades... mas características. E que se danem as críticas! Posso concordar e até discordar! E o melhor: quem me ama sempre vai ficar! Quem vai, um dia há de me amar. Agora sei que eu sou eu e isso é muito bom! Amor, agora sei que posso sorrir e chorar ao mesmo tempo! Ou de tempos em tempos. Tanto faz... Agora, de alma limpa, tranquila, livre... Simplesmente vivo. E eu te amo até assim... e eu sei que você vive!
Subscribe to:
Posts (Atom)

