Pensando em abrir meu caderno de segredos..
Quem sabe?
Sunday, November 01, 2009
Monday, October 19, 2009
Cores
Thursday, October 15, 2009
Sim, eu consigo.

A vida é tão cheia de curvas. Às vezes até sufoca por falta de horizonte. O que podemos esperar da próxima virada? Qual rumo escolher? Que paradas fazer? Quando seguir? Está na hora de respirar fundo, parar de me preocurar com as próximas curvas e prestar mais atenção na paisagem. Eu consigo. Sim, eu consigo!
Tuesday, October 06, 2009
Wednesday, September 30, 2009
momentos gostosos
Hoje lembrei de vários pequenos-grandes momentos ao teu lado. Momento gostosos, literalmente! Lembra do Sucão, amor? Era onde você tomava açaí enquanto eu tomava um big sorvete cheio de cobertura! Lembrei também das lanchonetes em JF e do seu suco de milho. Vai entender como alguém consegue tomar suco de milho! Lembra da primeira sorveteria em que voce me levou, querido? Não precisa ficar vermelho! Era aquela em que os sabores não compensavam o preço! Você ficou altamente envergonhado depois ao saber que era a sorveteria mais cara da cidade! É... Você nunca entendeu de guloseimas, amor. Mas eu te amo mesmo assim!
Friday, September 25, 2009
Oi amor...
Estava lembrando daquele dia em que você fez cócegas em mim até eu ficar roxa de tanto rir. Naquele dia literalmente eu perdi o fôlego. Enquanto segurava minhas mãos com suas mãos fortes e protetoras, guardava os meus pés debaixo dos teus. Você era grande e eu cabia em você. Eu gritava uma sensação de plenitude feliz e assustadora. Quase desmaio, eu acho. Você parou meio que preocupado. Mas a minha face roxa tornou-se rosada e você sorriu. Eu respirei a sensação mais feliz de todas. Como eu sinto falta daquela falta de ar.
Eu quero perder o ar de novo...
Estava lembrando daquele dia em que você fez cócegas em mim até eu ficar roxa de tanto rir. Naquele dia literalmente eu perdi o fôlego. Enquanto segurava minhas mãos com suas mãos fortes e protetoras, guardava os meus pés debaixo dos teus. Você era grande e eu cabia em você. Eu gritava uma sensação de plenitude feliz e assustadora. Quase desmaio, eu acho. Você parou meio que preocupado. Mas a minha face roxa tornou-se rosada e você sorriu. Eu respirei a sensação mais feliz de todas. Como eu sinto falta daquela falta de ar.
Eu quero perder o ar de novo...
Monday, September 21, 2009
Prêmios da vida
Este blog teve a honra de ser homenageado com o troféu Blog Dourado.
Mas o prêmio mesmo foi ganhar essa moça como amiga! Obrigada Cris!
Mas o prêmio mesmo foi ganhar essa moça como amiga! Obrigada Cris!
Quando?

Há tempos não publico meus pensamentos neste santuário de gritos de minha alma. Não porque ela, minha alma, não grite mais. Mas talvez porque ela, minha alma, grite abafada. A realidade deste mundo abafa nossas sensações, idéias, pensamentos e atitudes. Os sensíveis aos bloqueios do mundo sofrem mais com as energias destrutivas de um planeta pagão, egocêntrico, pesado, hostil. Hostis não são as pessoas. São seus pensamentos. Quem aqui só costuma pensar palavras de paz, amor, hasrminia e esperança? Se alguém levantar a mão chamarei categoricamente de mão nervosa (para não chamar o dono da mão de mentiroso). Existe um hábito terreno ligado à negatividade. Esta negatividade acaba transformandando um mundo colorido e cinzas de horror e medo. Ando bloqueada pelo medo. Paralisada mesmo. Não consigo muito sair dessa bolha em que me botaram (e em que eu resolvi ficar porque achei comodo estar ali numa pseudoproteção). Uma dia desses eu tive tanta, mas tanta coragem que fiquei com medo de acessá-la novamente. As perdam fazem isso conosco mesmo. O problema é que perder não significa necessariamente perder. Ah, seu eu conseguisse finalmente compreender sutilmente a natureza da palavra morte... ah, se eu conseguisse. Ah se eu conseguisse explicar objetivamente as sutilizas de um sonho perdido que nunca há de ser pedido... Tudo estaria resolvido. E este medo que me amedronta apenas na sua iminencia de um dia senti-lo novamente estaria acabado. como é dificil conviver entre humanos. Como é dificil compreender humanos. Como é dificil reagir humanamente. Até quando senhor agirei como uma cinza de mim mesma querendo ressurgir como fênix, mas sem as forças da retransformação dos meus sonhos. Até quando continuarei a ser a mesma cinza que chutam, recolam, brincam e fazem castelo de areia? Aré quando conseguirei esconder de mim mesma essa vida/amor que pulsão, gritam e choram dentro mim? Até quando esse nó na garganta? Quando?
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