
Deitado no meu colo, ele continuava calado. Acariciei seu rosto e tirei-lhe o boné. Foi quando ele interrompeu o silêncio pronunciando o meu nome:
– Irlena...
– Oi?
– Você tem certeza de que me ama? – Indagou meu amado olhando para o nada.
– Tenho, Anderson... – Respondi sem entender.
– Por quê?
Eu fiquei meio confusa com tantas perguntas, mas continuei a responder.
– Olha, Anderson, se eu não te amasse, você acha que eu estaria aqui? – falei olhando em seus olhos – Saiba que eu não estaria. Estou aqui porque eu amo você!
– É... – disse Anderson pensativo.
O silencio se instalou novamente até que eu tentei sondar o que se passava pela cabeça dele.
– Mas porque você me pergunta essas coisas?
– É... É porque eu te amo tanto, sabe? Eu tenho essa certeza de que te amo... – Confessou ele, emocionado.
Ele olhava fixamente nos meus olhos como se dissesse muito mais do que sua voz poderia externar. Anderson parecia com medo de não estar sendo correspondido, de sofrer. Não sei bem o que era. Fiquei atônita e emocionada com o que acabara de ouvir. Era a primeira vez que Anderson falava pessoalmente sobre seu amor por mim. Não tinha mais motivos para insegurança.
Aproximei meu rosto do dele de forma que não perdêssemos o contato visual. Nossos lábios tocaram-se ternamente. Com o braço direito, acariciei-lhe a face, perdendo-me definitivamente em seus braços.
(Trecho retirado do meu manuscrito sobre nossa história)
– Irlena...
– Oi?
– Você tem certeza de que me ama? – Indagou meu amado olhando para o nada.
– Tenho, Anderson... – Respondi sem entender.
– Por quê?
Eu fiquei meio confusa com tantas perguntas, mas continuei a responder.
– Olha, Anderson, se eu não te amasse, você acha que eu estaria aqui? – falei olhando em seus olhos – Saiba que eu não estaria. Estou aqui porque eu amo você!
– É... – disse Anderson pensativo.
O silencio se instalou novamente até que eu tentei sondar o que se passava pela cabeça dele.
– Mas porque você me pergunta essas coisas?
– É... É porque eu te amo tanto, sabe? Eu tenho essa certeza de que te amo... – Confessou ele, emocionado.
Ele olhava fixamente nos meus olhos como se dissesse muito mais do que sua voz poderia externar. Anderson parecia com medo de não estar sendo correspondido, de sofrer. Não sei bem o que era. Fiquei atônita e emocionada com o que acabara de ouvir. Era a primeira vez que Anderson falava pessoalmente sobre seu amor por mim. Não tinha mais motivos para insegurança.
Aproximei meu rosto do dele de forma que não perdêssemos o contato visual. Nossos lábios tocaram-se ternamente. Com o braço direito, acariciei-lhe a face, perdendo-me definitivamente em seus braços.
(Trecho retirado do meu manuscrito sobre nossa história)
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