A reinvenção da vida é necessariamente a morte de um passado, a aceitação de um presente e a construção de novos alicerces para o futuro. Como é complicado esse caminhar espiritual e material! Como é difícil romper as barreiras do ontem e do hoje na construção de um amanhã! Temos feridas, cicatrizes e marcas impagáveis. Temos devaneios, paranóias e incompreensões imprestáveis. Temos preguiça, comodismo e inaceitação indestrutíveis. O que não sabemos é que esses obstáculos impagáveis, imprestáveis e indestrutíveis são construidos e reforçados por nós mesmos na medida em que teimamos em cutucar feridas, mostrar cicatrizes e marcas, alimentar devaneios, paraóias e incompreensões e fortalecermos a preguiça, o comodismo e a inaceitação de tudo. Esquecemos durante toda uma vida que nós somos os maiores responsáveis pela nossa felicidade e infelicidade. Que nós mesmos construímos e destruímos nossos sonhos. Que nós mesmo somos nossos donos e nossos destinos. Então... O que falta para esquecer de esquecer? Talvez falte o amor próprio capaz de nos manter ligados nas nossas próprias idéias e atitudes. Esse amor proprio pode modificar o caminho e nos levar para altos desafios e maravilhosas realizações.
Que tal começarmos a alimentar o grande desejo de sermos felizes?

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